Início Liga Rúben Dias revela o que disse a André Almeida no final do...

Rúben Dias revela o que disse a André Almeida no final do clássico

0
0
COMPARTILHE

A frase: “Estamos aqui para ir até ao fim, mais que nunca ficou provado. No fim disse ao André [Almeida] que com esta atitude, superação, forma como lutámos por todos os lances, com este espírito, determinação e vontade vai ser difícil parar-nos.”

A reconquista: “Estamos aqui para reconquistar o nosso título, com tudo o que temos. Foi uma exibição à Benfica, com todos os profissionais a trabalhar, pudemos dar esta resposta com esta energia mesmo depois de uma deslocação na Liga dos Campeões e com menos um é prova do que somos feitos e que estamos aqui para ganhar. Vamos lutar com tudo o que temos.”

Também o defesa-direito encarnado protagonizou um momento curioso, quando Pizzi recebeu ordem de substituição (81’), André Almeida correu até ele e seguiu até à linha lateral abraçado ao colega, enquanto lhe segredava ao ouvido. Pizzi cumprimentou depois Rui Vitória, ao contrário do que aconteceu no último clássico no Dragão (1 de dezembro de 2017), em que até foi o primeiro a ser substituído e dirigiu-se em tom frustrado na direção da equipa técnica.

Durante uma hora, houve futebol a menos e quezílias a mais, mas um golo de Haris Seferovic transformou o clássico entre Benfica e FC Porto. Rotulado de dispensável até ao final de Agosto, o internacional suíço resolveu um jogo em que nenhuma das equipas justificou sair do zero durante os dois primeiros terços da partida. Com a vantagem no marcador, os “encarnados” melhoraram, mas a expulsão de Cristián Lema deu novo alento aos portistas, que beneficiaram de um par de boas oportunidades para marcar nos instantes finais. Com a vitória, o Benfica iguala o Sp. Braga e reassume a liderança do campeonato, enquanto os portistas sofrem a segunda derrota em sete jornadas, tantas quantas as sofridas em toda a época passada na I Liga.

Já com Rafa em campo, o Estádio da Luz assistiu, ao fim de uma hora de jogo, à primeira jogada com pés e cabeça, mas Casillas defendeu com qualidade um remate de Gabriel, num lance que também era irregular. Quase de imediato, surgiu o golo: Pizzi assistiu de cabeça Seferovic e o avançado suíço, pressionado por Militão e Casillas, desviou para o fundo da baliza.

O golo foi o aditivo que o jogo precisava. Com a vantagem, o Benfica ganhou confiança e Salvio esteve perto do 2-0. Conceição, no entanto, reagiu. Obrigado a correr riscos, o técnico trocou Corona por Maxi, e Danilo (74’) quase empatou. A resposta de Vitória foi colocar músculo no meio-campo (Alfa Semedo por Pizzi), mas depois de Conti em Chaves e Rúben Dias em Atenas, aos 83’, pelo terceiro jogo consecutivo, um central do Benfica acabou expulso: no jogo de estreia, Lema viu dois cartões amarelos.

Com dez, o Benfica recuou, o FC Porto lançou-se para o ataque e beneficiou de três excelentes oportunidades, mas Brahimi (86’), Militão (87’) e Danilo (90’+4’) não evitaram o primeiro triunfo de Rui Vitória num braço-de-ferro com os “dragões”.

Comments

comments

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here